"Ele cuida de vós" Olhai e vede as aves do céu, não plantam nem colhem, nem guardam em celeiros, mas o vosso pai do céu lhe sustenta a vida, e em vôos bem felizes levam a vida a cantar. Olhai e vede os lírios dos campos, não trabalham nem fiam, nem tecem suas vestes, mas o vosso Pai do céu os reveste em beleza, e com simplicidade superam reis e riquezas. Sois mais que pássaros, valeis muito muito mais que os lírios, Ele cuida de vós como um Pai cuida dos filhos. "Jesus - O sermão da montanha" CONSIDERAÇÕES Jesus relaciona as dádivas merecidas pela humanidade em relação às já conquistadas pelos lírios, que vida tão curta têm. A cada dias somos outros e necessitamos do nosso próximo, assim como também somos necessários ao próximo. Somos artífices deste mundo, sem nossa particiação e colaboração a espécie humana poderá seguir o rumo da auto-destuição. Deus sabe das nossas ...
Na Grécia Antiga, em sua mitologia, entende-se que Tânatos (Thanatos), filho de Nix (noite) e Érebro (escuridão do mundo inferior) era irmão gêmeo de Hípnos. Thanatos era a personificação da morte, que nascido em 21 de agosto, tinha essa data como o dia preferido para arrebatar as vidas enquanto Hípnos era a personificação do sono. Os irmãos gêmeos habitavam os Campos Elíseos (País de Hades, o lugar do mundo subterrâneo). Segundo Homero, o deus Hipnos vivia em Lemmos e casou-se com Grácia Paitea que lhe fora concedida por Hera, em troca de seus serviços realizados. Hípinos era representado em foma humana e se transforma em ave antes de dormir. Também aparece representado na imagem de um jovem com asas que toca uma flauta cuja melodia faz os homens dormir e ao se locomover, deixa atrás de si, um rastro de névoa. Thanatos era representado por uma nuvem prateada que arrebatava a vida dos mortais. Também foi representado por homem ...
CONTRANARCISO em mim eu vejo o outro e outro e outro enfim dezenas trens passando vagões cheios de gente centenas o outro que há em mim é você; você e você, assim como eu estou em você, eu estou nele, em nós, e só quando estamos em nós, estamos em paz mesmo que estejamos a sós LEMINSKI, 1983. P. 12 CONSIDERAÇÕES FILÓFICAS SOBRE O MITO DE NARCISO FUNDAMENTAL NO POEMA DE LEMINSKI Somos um laberinto que compõe um universo interior, porém, não podemos viver dentro do nosso próprio ser, em busca das nossas próprias realizações. Este universo inerior é alucinantemente encantador, mas se nele mergulhar-mos de forma iconciente corremos o risco de não mais voltar à realidade vivida dentro de uma sociedade composta por outros inúmeros seres que também são outros importantes universos. Se este mergulho for intenso (como o de Narciso em seu reflexo), não encontraremos o "outro" que há dentro de nós, pois este se desdobra em muitas outras máscaras ...